domingo, 21 de agosto de 2016

RESENHA | Eu Sou O Número Quatro, de Pittacus Lore

Foto: Reprodução/Um viciado em livros

Título: Eu Sou O Número Quatro
Título Original: I Am Number Four
Série: Os Legados de Lorien
Autor: Pittacus Lore
Editora: Intrínseca

"Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo."
  Há muito tempo eu estava com vontade de ler este livro pelo simples fato de alguns amigos meus serem muito fãs da saga e me indicarem sempre. Sou grande fã de livros fictícios e temas fantasiosos, já li diversos tipos como vampiros, lobisomens, mas nunca tinha lido um sobre aliens. Não sei como demorei tanto tempo para ler Eu Sou O Número Quatro, vi o filme antes de saber que existia livro e, como achei o filme muito ruim, nem me preocupei em procurar mais sobre. 

  A história segue o Quatro, ou John, que veio de um planeta chamado Lorien junto com outras oito crianças e seus guardiões (Cêpans) após seu planeta ser invadido pelos Morgadorianos, uma raça de um planeta chamado Morgadore que acabou com o seu planeta e desde então invade outros afim de explorar seus recursos. Da população de Lorien só restou 9 Gardes e seus Cêpans, que vieram numa nave para a Terra e vivem escondidos se preparando para uma grande batalha. Porém, os Morgadorianos vêm para a Terra afim de dominá-la e também perseguir e matar os Gardes. Um feitiço feito para protegê-los garante que eles só podem ser mortos na ordem correta enquanto estiverem separados. Três já foram mortos e agora o Quatro corre perigo. Ele assume uma nova identidade, John Smith, e se muda para uma cidade pequena para se esconder com seu Cêpan, Henri. Lá ele conhece Sam, o típico nerd louco por ficção e obcecado por alienígenas, e Sarah. John está cansado de viver se mudando o tempo todo e acaba se apegando aos amigos que fez naquela pequena cidade, os Morgadorianos estão cada vez mais perto e está cada vez mais difícil para ele se esconder. 

  Bom, achei o livro um pouco monótono, no início e meio não acontecia quase nada de interessante, mas o final valeu pelas partes chatas. Para mim, o melhor personagem do livro foi a Número Seis, que foi incrível no pouco que apareceu. Sam é um personagem muito cativante e que me deixou curiosa para saber o que realmente houve com seu pai. Não gostei nem um pouco de Sarah, a ex-fútil ex-líder de torcida, ex-namorada do cara mais otário do colégio e que, de repente, descobriu que era uma idiota e decidiu ser uma garota normal e namorar o cara novo-zero-a-esquerda... Não me convenceu e não me fez gostar dela. O Número Quatro é o personagem principal mais insuportável que eu já vi, mesmo sabendo que a sua vida está em jogo, ele decide dar seus surtos de adolescente e fazer coisas idiotas. O romance dele com Sarah foi bem zZz, clichê, chato e bem água com açucar. Odeio romances em histórias e quando ele é assim como o de Sarah e John, eu odeio mais ainda, acho que se as partes românticas do livro fossem um pouco mais naturais e não forçadas (minha opinião), a história fluía de um jeito mais agradável. Fora esses pontos, achei o livro muito interessante e diferente, com uma ótima escrita e enredo relevante, a história central é maravilhosa e muito bem elaborada. Já estou preparando meus feels para os próximos volumes da saga! 


  É isso pessoal, espero que tenham gostado da resenha, recomendo muito o livro. Quando eu ler os outros volumes da saga, voltarei para resenhá-los.

XOXO ;* 

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Conteúdo sobre questões raciais e de gênero de forma acessível e cor-de-rosa. O blog aborda assuntos como moda e estética negra como forma de expressão, além de questões ligadas ao movimento negro e feminista na contemporaneidade.

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